A Raízen, controlada por Shell e Cosan, concluiu desinvestimentos de R$ 3,6 bilhões desde o início da atual gestão, sendo R$ 2,6 bilhões neste ano fiscal. A medida integra a estratégia de simplificação de portfólio e foco em etanol, açúcar, bioenergia e distribuição de combustíveis no Brasil, além de reduzir a dívida líquida, que subiu 55,8% e alcançou R$ 49,2 bilhões. Entre as ações, vendeu usinas e plantas de geração distribuída e hibernou unidades em SP. No Brasil, obteve expansão de volumes e margens; na Argentina, avançou na modernização de refinaria, mas enfrentou custos elevados de importação e manutenção prolongada. Está em negociação com acionistas para possível aporte de capital. Foto: Divulgação. Fonte: Globo Rural.