A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) apresentou defesa à investigação aberta pelo governo americano sob a Seção 301 da Lei de Comércio de 1974. A entidade negou que o Brasil adote medidas discriminatórias, alegando que acordos tarifários seguem normas da OMC e representam apenas 1,9% das importações. Também destacou que a tarifa sobre o etanol dos EUA é inferior à aplicada a parceiros do Mercosul e que programas como o RenovaBio estão abertos a produtores estrangeiros. No tema ambiental, a CNA citou o Código Florestal, o CAR e sistemas de rastreamento da madeira como prova da rigidez da legislação. A defesa concentrou-se em três dos seis pontos levantados pelos EUA, deixando de fora comércio digital, combate à corrupção e propriedade intelectual. A investigação americana pode embasar tarifas ou sanções adicionais contra o Brasil. Foto: Canva. Fonte: g1.