John Elkington, considerado o “pai do ESG”, avalia que o recuo de empresas em práticas ambientais, sociais e de governança é uma oportunidade para repensar estratégias e redesenhar mercados. Ele defende que políticas públicas e incentivos podem acelerar a adoção de soluções sustentáveis, citando como exemplo a Noruega, onde 90% dos veículos novos são elétricos graças a medidas governamentais. Para o Brasil, Elkington destaca a importância de gestão de recursos naturais e investimento na bioeconomia, mesmo diante da exploração de petróleo, e mantém otimismo sobre o futuro da sustentabilidade corporativa. Foto: ANeto. Fonte: Estadão.