A Acelen já garantiu contratos para 80% da produção futura de combustível sustentável de aviação (SAF) de sua planta na Bahia, prevista para 2028, com capacidade de 1 bilhão de litros ao ano. Apesar da forte demanda, o CEO Luiz de Mendonça alerta para riscos regulatórios, como a revisão de créditos fiscais nos EUA e os altos custos do programa europeu ReFuelEU Aviation. No Brasil, a lei do Combustível do Futuro deve estimular a demanda. A planta começará operando com óleo de soja e UCO, mas incorporará óleo de macaúba em áreas degradadas, parte produzido por agricultores familiares. Foto: Canva. Fonte: Eixos.