Donald Trump intensificou o uso de tarifas e sanções como instrumentos da chamada geoeconomia, transformando mecanismos econômicos em armas geopolíticas. Após atingir México, Canadá, Europa e Ásia, os EUA miram agora o Brasil, que enfrenta sobretaxa de até 40% sobre exportações. Especialistas alertam que o país pode ser um dos maiores prejudicados, forçado a escolher entre Washington e Pequim em meio à disputa global. Para analistas, o cenário fragiliza a posição brasileira no comércio internacional e expõe vulnerabilidades diante da pressão americana e da ascensão chinesa. Foto: Getty Images. Fonte: BBC News Brasil.