A eficiência alimentar, que mede quanto alimento o animal consome para gerar produtividade, é apontada como peça-chave para o futuro da pecuária brasileira. Estudos da UFU mostram que animais mais eficientes podem consumir até 31,8% menos alimento no confinamento, reduzindo custos e aumentando o lucro do produtor. Apesar de ainda pouco adotada, essa característica vem ganhando espaço, apoiada por tecnologias como cochos eletrônicos e programas de melhoramento genético. A professora Carina Ubirajara defende que investir em genética eficiente é essencial para garantir produtividade e sustentabilidade, mantendo o Brasil competitivo no mercado global. Foto: Canva. Fonte: Globo Rural.