Em um 2025 marcado por guerras, tarifaço e instabilidade no comércio global, o Brasil surge como fornecedor confiável de alimentos, energia e matérias-primas. Claudia Costa analisa que, apesar das ameaças — como as tarifas de Donald Trump, a investigação da Seção 301 e a dependência crescente da China —, há oportunidades relevantes para ampliar acordos e diversificar mercados. A União Europeia, pressionada pela crise do EUDR, sinaliza avanço no acordo com o Mercosul, enquanto negociações com Emirados Árabes Unidos e Canadá ganham tração. Para a autora, fortalecer a diplomacia agropecuária, ampliar a presença de adidos agrícolas e acelerar tratativas bilaterais é essencial para reduzir vulnerabilidades e consolidar posição estratégica do agro brasileiro no longo prazo. Foto: Canva. Fonte: Forbes Brasil.