A decisão do governo Trump de retirar os Estados Unidos de dezenas de tratados e organismos internacionais aprofunda o isolamento do país na agenda climática e dificulta a cooperação global para enfrentar a crise ambiental. A saída da Convenção-Quadro da ONU sobre Mudança do Clima e de entidades científicas e ambientais é vista por especialistas como um retrocesso político e econômico. Líderes europeus e organizações internacionais reagiram reforçando compromissos com a ciência e a transição energética. Apesar do peso dos EUA, analistas destacam que novas alianças, mercados de carbono e investimentos mantêm o avanço das energias renováveis. Nos próprios Estados Unidos, estados, cidades e empresas prometem seguir atuando para cumprir metas climáticas e atrair investimentos verdes. Foto: Canva. Fonte: Deutsche Welle.