A eletrificação dos veículos e a possível desaceleração do consumo de gasolina levantam dúvidas sobre o futuro do etanol, mas mudanças regulatórias e novos usos energéticos redesenham esse cenário. O aumento do teor de etanol na gasolina em países como Brasil, EUA, Europa e Índia cria uma demanda estrutural que tende a sustentar volumes e receitas. Além do uso automotivo, o biocombustível passa a ser avaliado no transporte marítimo, na produção de hidrogênio de baixo carbono e como insumo para combustíveis sustentáveis de aviação. A lógica de biorrefinaria, com cogeração de energia, biogás e biometano, reduz riscos e reforça o papel estratégico do etanol na transição energética. Foto: Canva. Fonte: Udop.