O clima quente e úmido do verão brasileiro cria condições ideais para o avanço da broca-da-cana, uma das pragas mais prejudiciais à cultura, com picos populacionais entre setembro e abril. Segundo dados do CTC, o inseto responde por cerca de metade das perdas nos canaviais, gerando prejuízos estimados entre R$ 5 bilhões e R$ 8 bilhões por ano. As larvas atacam o interior do colmo, reduzindo peso, teor de sacarose e favorecendo doenças que comprometem a produção de açúcar e etanol. Especialistas destacam que o monitoramento constante é decisivo para identificar o momento correto de intervenção. No Brasil, o controle biológico, com o uso de parasitoides e bioinseticidas, é a principal estratégia de manejo. A integração de técnicas sustentáveis é apontada como essencial diante de verões cada vez mais quentes e úmidos. Foto: Canva. Fonte: Udop.