Após mais de 20 anos de impasse, o Tratado Global dos Oceanos passa a valer a partir deste sábado e estabelece regras inéditas para a proteção da biodiversidade marinha em áreas além das jurisdições nacionais, que representam cerca de dois terços dos oceanos. O acordo cria bases legais para a formação de áreas marinhas protegidas em alto-mar, torna obrigatórias avaliações de impacto ambiental e define que os benefícios dos recursos genéticos marinhos devem ser compartilhados de forma justa entre os países. O tratado é considerado um marco para a governança ambiental global e para o avanço do multilateralismo climático. Foto: ANeto. Fonte: Exame.