A Comissão Europeia alterou normas do arcabouço ESG para permitir que fundos sustentáveis invistam em empresas ligadas à defesa, incluindo armas nucleares. A mudança busca viabilizar a meta do bloco de levantar cerca de € 800 bilhões para reforçar sua capacidade militar diante do novo cenário geopolítico. A decisão marca uma inflexão no conceito de investimentos responsáveis na Europa, ao reconhecer a defesa como estratégica para a segurança do continente, mas também reacende o debate sobre os limites do selo ESG e seus critérios ambientais, sociais e de governança. Foto: ANeto. Fonte: Capital Reset (UOL).