A eletrificação desponta como uma das principais tendências do agronegócio brasileiro em 2026, impulsionada pela maior disponibilidade de baterias, avanço da eletromobilidade e integração de fontes renováveis. Empresas do setor apostam em sistemas híbridos, automação inteligente e gestão energética avançada para lidar com a sazonalidade das safras e reduzir custos operacionais. A Tereos, por exemplo, investe em bioeletricidade, biogás e biometano, enquanto fornecedores como WEG e Tecnogera destacam a demanda crescente por energia confiável e soluções com baterias reutilizadas. O movimento reforça o protagonismo do agro na transição energética, aliando sustentabilidade e competitividade. Foto: Canva. Fonte: Eixos.