Três projetos liderados por Petrobras, Acelen e Refinaria Riograndense despontam como as principais apostas para viabilizar a produção comercial de combustível sustentável de aviação (SAF) no Brasil, em diferentes estágios tecnológicos. A rota mais imediata é a de coprocessamento em refinarias existentes, já adotada pela Petrobras, enquanto a Riograndense investe na rota HEFA e a Acelen aposta em óleos vegetais e resíduos, com destaque para a macaúba. Segundo o governo, a capacidade anunciada é suficiente para atender às metas da Lei do Combustível do Futuro a partir de 2027. A expectativa é que a oferta nacional alcance cerca de 1,7 bilhão de litros por ano a partir de 2030, fortalecendo a descarbonização da aviação. Foto: Canva. Fonte: CNN Brasil.