A disputa entre Estados Unidos e China pela liderança em inteligência artificial entra em 2026 marcada por caminhos diferentes. Os EUA seguem dominando a fronteira tecnológica, especialmente em chips avançados e capacidade computacional, apoiados por gigantes como a Nvidia e grandes data centers. Já a China mantém competitividade com modelos mais baratos, populares e de código aberto, como o DeepSeek e o Qwen, além de investir fortemente na aplicação prática da IA em áreas como robótica, indústria e serviços. Especialistas apontam que, em vez de um vencedor absoluto, o cenário tende à especialização: os EUA liderando software e computação de ponta, e a China avançando na integração da IA ao mundo físico e produtivo. Foto: Canva. Fonte: Deutsche Welle (DW).