Um estudo publicado na revista The Lancet Planetary Health alerta que os danos à saúde humana associados à cadeia do plástico podem mais que dobrar até 2040 se não houver mudanças no atual modelo de produção e consumo. Pesquisadores estimam que, nesse cenário, a humanidade perderá cerca de 4,5 milhões de anos de vida saudável, medidos em DALYs, devido a doenças, mortes prematuras e efeitos indiretos das emissões tóxicas geradas ao longo do ciclo de vida do plástico. Mesmo no cenário mais otimista, com menos uso e mais reciclagem, as perdas ainda seriam superiores às de 2016. Especialistas destacam que os números provavelmente subestimam o problema, já que os impactos dos micro e nanoplásticos na saúde ainda não foram totalmente mensurados. Foto: Canva. Fonte: Deutsche Welle.