A Índia antecipou a meta de 20% de etanol na gasolina (E20) e transformou o programa Ethanol Blended Petrol (EBP) em instrumento de política macroeconômica. O avanço reduz a dependência de petróleo — hoje superior a 80% das importações —, estabiliza a renda agrícola e amplia a previsibilidade para o setor sucroenergético. A capacidade instalada já se aproxima de 20 bilhões de litros anuais. Além da cana, o governo ampliou incentivos ao etanol de milho para dar flexibilidade ao sistema em anos de menor oferta de açúcar. O modelo inclui preços administrados por matéria-prima, garantindo margens e coordenação estatal. Nesse contexto, o Brasil surge como parceiro estratégico, exportando tecnologia, engenharia e regulação em biocombustíveis. Foto: Canva. Fonte: CNN Brasil.