Uma tecnologia criada por pesquisadoras da Faculdade de Ciências Aplicadas da Universidade Estadual de Campinas foi destaque no perfil Brasil do Futuro, do UOL. O material, à base de amilopectina — componente do amido presente em milho, batata, arroz e trigo — é voltado à produção de embalagens para alimentos perecíveis, como frutas, hortaliças e carnes. O diferencial está na biodegradação: o polímero se decompõe totalmente em até 45 dias, gerando resíduos inofensivos ao solo, ao contrário dos plásticos tradicionais. A proposta é reduzir impactos ambientais e oferecer alternativa sustentável à indústria alimentícia. A tecnologia já está protegida e disponível para licenciamento por meio da Inova Unicamp.