A inclusão das hidrovias dos rios Madeira, Tapajós e Tocantins no Programa Nacional de Desestatização gerou forte reação de comunidades indígenas, que alegaram falta de consulta prévia e riscos ambientais. Após mais de 30 dias de protestos no terminal da Cargill, em Santarém (PA), o governo federal decidiu revogar o decreto 12.600/25. O Executivo defendia que a concessão garantiria melhor navegabilidade e menor emissão de gases, enquanto lideranças indígenas apontavam ameaça aos territórios e à soberania alimentar. Entidades do agronegócio criticaram a ocupação do terminal e alertaram para prejuízos logísticos e aumento de custos na exportação de grãos. Foto: ANeto. Fonte: Globo Rural.