Eventos extremos cada vez mais frequentes evidenciam que o custo da inação climática já é concreto e crescente para empresas, governos e sociedade. Análise publicada pela Exame destaca que, apesar dos alertas científicos reiterados, ainda há risco de “anestesia coletiva” diante da repetição dos desastres. A agenda de gestão sustentável precisa avançar do discurso para a prática, com prioridade a investimentos em adaptação, infraestrutura resiliente e mitigação de riscos. O texto reforça que ignorar o problema amplia prejuízos econômicos e sociais, enquanto antecipar soluções pode gerar vantagem competitiva e proteção de longo prazo. Foto: ANeto. Fonte: Exame.