Mesmo com a disparada superior a 6% do petróleo no cenário externo, o açúcar teve reação limitada na bolsa de Nova York. O contrato demerara para maio avançou apenas 0,22%, a 13,90 centavos de dólar por libra-peso. Em tese, a alta do petróleo aumenta a competitividade do etanol e poderia estimular maior destinação de cana ao biocombustível, reduzindo a oferta do adoçante. No entanto, projeções de safra robusta no Centro-Sul do Brasil — entre 620 milhões e 630 milhões de toneladas — e estimativas de superávit global para 2025/26 contiveram ganhos mais expressivos. Relatórios de mercado indicam que a expectativa de ampla oferta limita uma reação consistente dos preços, mesmo em meio às incertezas geopolíticas envolvendo o Irã e o risco logístico no Estreito de Ormuz. Foto: Canva. Fonte: Globo Rural.