A demanda crescente por inteligência artificial deve aumentar em até um terço as emissões de dióxido de carbono até 2030, segundo pesquisa da TechInsights. As emissões associadas à produção de chips podem chegar a 247 milhões de toneladas métricas no período, refletindo a expansão da capacidade industrial para atender aplicações de IA. A fabricação em países com matriz energética baseada em combustíveis fósseis, como Singapura, Japão e Taiwan, tende a intensificar esse impacto ambiental, ampliando a pegada de carbono do setor. Além do alto consumo de energia, o uso de gases industriais e a complexidade dos processos produtivos contribuem para o aumento da poluição. O estudo também destaca que componentes mais avançados, como memórias de alta largura de banda (HBM), podem consumir até cinco vezes mais energia do que modelos tradicionais, reforçando o desafio de conciliar avanço tecnológico com metas climáticas. Foto: Canva. Fonte: Exame.