A Índia voltou ao mercado internacional de açúcar após a forte desvalorização da rúpia em 2026 e a recente alta dos preços globais, recuperando a competitividade das exportações. Usinas do país, segundo maior produtor mundial, já fecharam cerca de 100 mil toneladas em contratos em apenas uma semana, após um período de baixa atividade. A moeda mais fraca elevou a rentabilidade das vendas externas, tornando o açúcar indiano mais atrativo frente ao mercado doméstico. Ao mesmo tempo, a valorização do petróleo e as tensões geopolíticas reforçam a expectativa de maior produção de etanol em países como o Brasil, o que também sustenta os preços globais do açúcar. Apesar da retomada, desafios logísticos, como fretes elevados e escassez de contêineres, ainda limitam o ritmo das exportações, que podem chegar a até 1,5 milhão de toneladas na safra. Foto: Canva. Fonte: Reuters.