Os contratos futuros do açúcar bruto avançaram 2,3% em Nova York, atingindo máxima de cinco meses, impulsionados pela alta do petróleo, que aumenta a competitividade do etanol e pode reduzir a oferta do adoçante. O movimento reforça a sensibilidade do mercado às decisões da Petrobras sobre preços de combustíveis, ainda não reajustados no mercado interno. Analistas destacam que eventual alta da gasolina pode ampliar a volatilidade e estimular a migração da cana para o etanol. No mesmo cenário, o café arábica subiu 3,5%, sustentado pelo ritmo lento das exportações brasileiras, apesar da perspectiva de safra elevada. O cacau também registrou ganhos nas bolsas internacionais, refletindo ajustes de oferta e demanda no curto prazo. Foto: Canva. Fonte: MoneyTimes.