Entidades como Abren, Abag e ABPA defendem que o mandato de biometano diferencie a origem do combustível na contabilidade de emissões. O grupo critica proposta do governo que trata de forma equivalente o biometano de aterros e o produzido por biodigestão, ignorando que esta última pode ter captura quase total de metano e até carbono negativo. As associações pedem que a política considere critérios como intensidade de carbono, rastreabilidade e ciclo de vida do combustível, mantendo a métrica em CO₂ equivalente. O debate ocorre no âmbito da regulamentação do Combustível do Futuro, que prevê mistura inicial de 0,25% de biometano ao gás natural em 2026. Segundo o setor, a equiparação pode distorcer os incentivos e reduzir a efetividade ambiental da política. Foto: Canva. Fonte: Eixos.