A ampliação do mercado livre de energia no Brasil, prevista para alcançar residências e pequenos negócios até 2028, pode reduzir em até 9,3 milhões de toneladas as emissões anuais de CO₂, segundo estudo do Massachusetts Institute of Technology. O modelo permite que consumidores escolham seus fornecedores, incentivando a contratação de fontes renováveis e mais eficientes. A abertura do mercado tende a acelerar a transição energética, aumentar a competição e reduzir custos no longo prazo. Além do impacto ambiental, a mudança pode estimular investimentos em energia limpa e modernizar o setor elétrico brasileiro, aproximando o país de metas climáticas globais. Foto: Canva. Fonte: Exame.