O economista Plinio Nastari, da Datagro, avalia que o etanol de milho e o de cana são complementares no Brasil, e não concorrentes, tendo papel conjunto na expansão do consumo e no avanço da mistura na gasolina, conforme reportagem de Pasquale Augusto. Segundo ele, o modelo do milho é mais flexível e sensível a preços, enquanto a cana opera de forma mais estável, mas enfrenta limitações de produtividade, influenciadas por custos, mecanização e desafios genéticos. O especialista também destaca que a competitividade do milho depende de fatores como preço do grão, coprodutos e biomassa, cujo custo vem subindo. Já projetos como a “supercana”, associada a Eike Batista, ainda enfrentam incertezas técnicas e econômicas para se viabilizar em larga escala. Foto: Canva. Fonte: Money Times.