O consumo de fertilizantes no Brasil deve cair em 2026, pressionado pela alta dos preços e pelo cenário geopolítico, segundo o Rabobank. A projeção indica recuo de cerca de 2 milhões de toneladas em relação ao recorde de 2025, refletindo custos mais elevados e dificuldades financeiras enfrentadas pelos produtores. A escalada do conflito no Oriente Médio, com impacto em rotas estratégicas como o Estreito de Ormuz, reduziu a oferta global de insumos e elevou os preços — a ureia, por exemplo, já acumula forte valorização no ano. Como o Brasil importa grande parte dos fertilizantes que consome, o setor fica mais vulnerável a choques externos. O cenário pode levar à redução no uso de insumos e afetar a produtividade agrícola nas próximas safras. Foto: Canva. Fonte: Dinheiro Rural.