Projeções indicam a possibilidade de formação de um super El Niño ainda em 2026, com potencial de ser o mais intenso em até 140 anos e de elevar as temperaturas globais até 2027. O fenômeno, associado a um aquecimento superior a 2°C no Pacífico, pode provocar eventos climáticos extremos em diferentes regiões do mundo. Entre os impactos estão secas severas em áreas tropicais e chuvas intensas com risco de enchentes em países próximos à Linha do Equador. No Brasil, o padrão típico inclui seca no Norte e Nordeste e aumento das chuvas no Sul, elevando riscos para o agronegócio. Também há previsão de ondas de calor mais frequentes e alterações em regimes de tempestades. Especialistas alertam que os efeitos podem pressionar a produção agrícola e o abastecimento de água. Apesar do sinal de alerta, ainda há incertezas sobre a intensidade final do fenômeno em um cenário de mudanças climáticas. Foto: Canva. Fonte: Dinheiro Rural.