A China deve reduzir as importações de soja e proteínas animais em 2026, segundo projeções do Ministério da Agricultura do país, refletindo o avanço da produção doméstica e menor dependência externa. As compras de soja devem cair cerca de 6,1%, enquanto as de carne suína, bovina e lácteos podem recuar entre 3,9% e 8,2% na comparação anual. O movimento faz parte de uma estratégia de fortalecimento da segurança alimentar, com estímulo à produção interna de grãos e proteínas. Especialistas apontam que essa mudança pode impactar exportadores como o Brasil, altamente dependente do mercado chinês. A tendência também reforça uma reconfiguração do comércio global de commodities agrícolas nos próximos anos. Foto: Canva. Fonte: Exame.