A proposta do Ministério da Fazenda para implementação do mercado regulado de carbono prevê a inclusão gradual de 17 setores da economia até 2031. O cronograma estabelece uma fase inicial voltada ao monitoramento e relato de emissões de gases de efeito estufa, antes da adoção de metas obrigatórias de redução e possíveis custos associados ao sistema. A implementação escalonada busca permitir adaptação das empresas e construção das bases regulatórias do novo mercado. A iniciativa integra os esforços do governo para estruturar um sistema nacional de precificação de carbono, com impactos potenciais sobre segmentos industriais, energia, transportes e outras atividades intensivas em emissões. O desenho do modelo e a definição dos setores abrangidos serão decisivos para os efeitos econômicos, ambientais e competitivos da nova regulação. Foto: Canva. Fonte: Capital Reset/UOL.