O projeto de renegociação de dívidas do setor rural em discussão no Senado deverá se limitar a uma carteira de aproximadamente R$ 170 bilhões em créditos considerados “estressados”, segundo o senador Renan Calheiros, relator da proposta. O universo inclui dívidas atrasadas, renegociadas, prorrogadas ou inadimplentes, e não todo o estoque de crédito rural existente no país. A declaração busca responder às preocupações da equipe econômica, que estimava um alcance potencial muito maior para a medida. De acordo com Calheiros, o custo fiscal da renegociação dessa carteira seria da ordem de R$ 100 bilhões distribuídos ao longo de dez anos, podendo ser inferior na prática, considerando a experiência de programas anteriores de renegociação. O projeto deve ser analisado pela Comissão de Assuntos Econômicos do Senado nesta semana. Foto: Canva. Fonte: Globo Rural.