Pesquisa da Embrapa, em parceria com a Brandeis University, identificou que arqueias extremófilas — microrganismos adaptados a ambientes severos — podem aumentar a tolerância do milho à salinidade do solo. Isolados das raízes da erva-sal, os organismos permitiram crescimento mais vigoroso das plantas, maior preservação da clorofila e redução dos efeitos tóxicos do sal em experimentos controlados. O estudo aponta potencial para o desenvolvimento de bioinoculantes capazes de viabilizar o cultivo em áreas degradadas, especialmente no Semiárido, onde a salinização compromete parte significativa das terras irrigadas. Foto: Clarice Rocha. Fonte: Embrapa.