Os preços do açúcar recuaram em Nova York, influenciados pela forte queda do petróleo e por projeções mais elevadas de oferta global. Os contratos do demerara para julho fecharam a 14,73 centavos de dólar por libra-peso, em baixa de 1,87%. Segundo analistas, o petróleo mais barato reduz a competitividade do etanol e pode estimular usinas a destinar mais cana para a produção de açúcar, ampliando a oferta do adoçante. O movimento também foi reforçado pelas novas estimativas da Organização Internacional do Açúcar (ISO), que projeta produção recorde de 182 milhões de toneladas em 2025/26 e elevou a previsão de superávit global do mercado. Foto: Claudio Neves/Portos do Paraná. Fonte: Globo Rural.