IA,IA-Uh,Uh

IA,IA-Uh,Uh

Por Elias Georges

Como diriam os Titãs, estou ficando louco de tanto pensar… E meu dilema atual está na matéria do Estadão que segue abaixo.

Embora minha formação digital seja algo como o ensino fundamental, consigo navegar minimamente pelas tecnologias que me tornam um cidadão funcional (fazer meu IRPF on line sozinho é meu diploma). Porém, como líder, é preciso ir além.

Mas é preciso deixar claro que ir além significa escalar usando a IA, sem precisar deixar corpos pelo caminho. Intuitivamente, dizia que a IA precisaria fazer o trabalho “de base” para que minha equipe pudesse fazer a análise crítica e, em seguida, a proposta.

E parece que é isso. “Segundo a pesquisa, 87,5% dos profissionais usam IA para geração de textos, 67,1% para análise de dados, outros 63,4% para apoio em decisões estratégicas e 57,5% para geração de imagens. Mas, quando o assunto é automação, apenas 37,8% usam IA para automatizar tarefas repetitivas… “As empresas ainda utilizam IA como apoio de produtividade sem integrar a tecnologia aos fluxos operacionais”. “O papel do CEO é virar o jogo e mudar o modelo mental. Senão, ele vai usar a IA como um júnior pedindo algo que a equipe já executa”.

Bingo! Sejamos todos os CEOs de nós mesmos, de nossas equipes e de nossas empresas.

(Clique sobre o texto para acessar a matéria do Estadão a que ele se refere, assinada por Jayanne Rodrigues)

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Elias Georges é executivo com 30 anos de atuação no Agronegócio, com formação em Direito e MBA em gestão de pessoas e em gestão de negócios – https://www.linkedin.com/in/elias-georges

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