Pesquisadores da UFPE e do CESAR querem criar um Índice de Resiliência Metabólica (IRM) capaz de “traduzir” sinais de estresse ambiental emitidos por espécies animais e vegetais em áreas urbanas. O projeto Apeiron usará inteligência artificial para analisar comportamentos de organismos como morcegos, ostras, abelhas e aroeiras em Recife, comparando-os com ambientes menos impactados pela ação humana. Segundo o biólogo Artur Maia, a meta é transformar respostas metabólicas em um indicador ambiental numa escala de 0 a 100, capaz de orientar políticas urbanas e estratégias de adaptação ambiental. Foto: Canva. Fonte: Agência Brasil.