A Raízen alcançou a adesão de credores que representam 75,45% dos débitos abrangidos por seu plano de recuperação extrajudicial e formalizou na Justiça a proposta de reestruturação de uma dívida de R$ 64,7 bilhões. O plano prevê aporte de R$ 3,5 bilhões da Shell, conversão de 45% dos créditos em ações e refinanciamento do saldo remanescente, além da separação dos negócios de energia e combustíveis até 2027. A futura Raízen Energia reunirá as operações de açúcar, etanol e bioenergia, enquanto a Raízen Combustíveis ficará responsável pela distribuição de combustíveis e lubrificantes da marca Shell. Segundo o CEO Nelson Gomes, a medida representa um avanço importante na reorganização financeira e operacional da companhia, com o objetivo de reduzir a alavancagem e preparar uma nova fase de crescimento. Foto: Canva. Fonte: NovaCana.