A reestruturação extrajudicial da Raízen, que envolve cerca de R$ 65 bilhões em dívidas, está movimentando gestoras especializadas em situações especiais. O plano prevê a divisão da companhia em duas unidades — uma de açúcar e etanol e outra de distribuição de combustíveis — e a conversão de 45% da dívida em participação acionária. Segundo o Valor, a Makalu é apontada como candidata para assumir a fatia ligada ao negócio sucroenergético, enquanto a Geribá estaria interessada na unidade de distribuição. Outras gestoras, como IG4 e Mapa, também mantêm conversas com credores, entre eles bancos, detentores de bonds, debenturistas e investidores em CRA. A conversão das dívidas em ações está prevista para ocorrer até março de 2027, após o cumprimento de condições como a definição dos passivos fiscais da companhia. Foto: Divulgação/Raízen. Fonte: Globo Rural.