As diretrizes elaboradas pelas 31 províncias chinesas para o período de 2026 a 2030 mostram que Pequim busca equilibrar a expansão econômica com os compromissos climáticos. Embora a China siga liderando os investimentos em energias renováveis, os novos planos indicam uma postura mais cautelosa em relação à redução das emissões e ao uso do carvão, refletindo preocupações com segurança energética e crescimento industrial. Como maior emissor global de gases de efeito estufa, as escolhas do país terão influência direta sobre o cumprimento das metas climáticas internacionais e sobre os esforços para limitar o aquecimento global. Foto: Canva. Fonte: Veja.