O debate sobre a PEC que reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas e extingue a escala 6×1 evidenciou posições divergentes entre representantes do setor produtivo, governo e centrais sindicais. Entidades empresariais alertam para o aumento dos custos, impactos sobre pequenos negócios e defendem maior flexibilização por meio de negociações coletivas. Já o governo e os sindicatos argumentam que a redução da jornada pode melhorar a qualidade de vida, reduzir o adoecimento dos trabalhadores e elevar a produtividade, além de sustentar que os impactos econômicos seriam administráveis. A proposta segue em discussão no Senado. Foto: Canva. Fonte: Agência Brasil.