O ex-CEO da Raízen Ricardo Mussa defende que a expansão do mercado global de carbono depende da criação de um padrão único e auditável para contabilizar emissões, semelhante às regras dos balanços financeiros. Segundo ele, a falta de uniformidade reduz a credibilidade do sistema, dificulta a comparação entre empresas e afasta investidores. A proposta é adotar uma metodologia global que permita medir com maior precisão a intensidade de carbono de produtos e empresas, fortalecendo políticas públicas e ampliando o fluxo de investimentos para projetos de descarbonização. Foto: Divulgação. Fonte: Broadcast.