A China intensifica uma política de longo prazo para reduzir sua dependência das importações de alimentos, especialmente da soja, por meio de investimentos em produção doméstica, biotecnologia, inteligência artificial, novas fontes de proteína e maior autossuficiência em sementes. Especialistas ouvidos pela BBC alertam que, embora o Brasil continue sendo um fornecedor estratégico por muitos anos, a tendência exige atenção do agronegócio brasileiro, que poderá precisar diversificar mercados e agregar mais valor à produção. O movimento ganha relevância em um cenário de maior instabilidade no comércio internacional e de crescente concentração das exportações brasileiras no mercado chinês. Foto: Canva. Fonte: BBC News Brasil.