A demanda por biocombustíveis na União Europeia deve crescer 6% em 2026, enquanto a produção local avançará em ritmo inferior, ampliando a necessidade de importações. O cenário favorece o Brasil, que ganha espaço como fornecedor de etanol de cana e de milho, reforçando o papel do país na transição energética e no abastecimento de combustíveis renováveis do bloco europeu. A expansão da demanda ocorre em meio ao fortalecimento das políticas de descarbonização e à busca por alternativas aos combustíveis fósseis. Foto: Canva. Fonte: Exame.