Em artigo de opinião, Eduardo Trevisan e Marcelo de Aguiar, do Imaflora, defendem que o enfrentamento ao trabalho escravo contemporâneo deve ser tratado como prioridade estratégica pelo agronegócio brasileiro. Os autores argumentam que a adoção de cadeias produtivas transparentes, rastreáveis e alinhadas aos direitos humanos é cada vez mais exigida por mercados internacionais, investidores e compradores. O texto alerta que o enfraquecimento de mecanismos de fiscalização e responsabilização pode ampliar riscos comerciais, reputacionais e de acesso a mercados, reforçando a importância da devida diligência e da governança nas cadeias do agro. Foto: Canva. Fonte: Globo Rural.