O Banco Central pretende avançar na internacionalização do Pix, avaliando a integração do sistema brasileiro com plataformas de pagamentos instantâneos de outros países. A medida poderá permitir remessas internacionais e pagamentos de compras com disponibilização dos recursos em moeda local em poucos segundos, reduzindo custos e ampliando a velocidade das operações. Outra frente em estudo é o Pix offline, que permitiria iniciar transações sem conexão à internet por meio de dispositivos com tecnologia NFC, como celulares, cartões, tags e relógios. O Pix movimentou quase 80 bilhões de transações em 2025, com volume financeiro superior a R$ 35 trilhões. Foto: Bruno Peres/Agência Brasil. Fonte: DW.