Diante da expectativa de um El Niño severo e do aumento de eventos climáticos extremos, o Brasil está ampliando a estrutura de medicina de desastres, com previsão de R$ 9,8 bilhões em investimentos até 2035. O plano prevê novas bases da Força Nacional do SUS, hospitais de campanha e equipes capacitadas para atuar rapidamente em regiões afetadas por enchentes, secas e outras emergências. A experiência das enchentes no Rio Grande do Sul mostrou também a necessidade de manter o atendimento por meses após as tragédias, inclusive para os impactos sobre a saúde mental da população. Especialistas defendem ainda maior preparação de hospitais privados e entidades do terceiro setor para complementar a resposta do poder público. Foto: Canva. Fonte: Folha de S.Paulo.