O biometano não pode depender exclusivamente da demanda obrigatória criada pelo programa Combustível do Futuro para se consolidar no mercado, avalia Pedro Turqueto, CEO da Copa Energia. Segundo o executivo, o mandato é importante para estimular investimentos e criar uma demanda inicial, mas a competitividade da molécula será determinante para sua expansão no longo prazo. A estratégia, na avaliação de Turqueto, deve combinar o estímulo regulatório com investimentos em novas tecnologias capazes de reduzir o custo de produção e aproximar o preço do biometano ao das alternativas fósseis. A Copa Energia projeta que o biometano possa representar 10% de sua receita em dez anos. Foto: Canva. Fonte: eixos.