A China estabeleceu como prioridade no 15º Plano Quinquenal ampliar a produção interna de soja, milho, carnes e leite e reduzir a dependência de importações, movimento que exigirá adaptação do agronegócio brasileiro. Mais de 70% da soja importada pela China em 2025 veio do Brasil, mas o país asiático já reduziu as compras de milho após uma safra recorde e passou a adotar cotas para a carne bovina. Especialistas, porém, não veem uma ruptura comercial, diante das limitações chinesas de terra e água. Para o Brasil, o desafio será diversificar mercados, agregar valor às exportações e ampliar a presença das empresas no país asiático. “O jogo dos próximos anos não é vender mais tonelada, é vender a melhor tonelada”, afirma Theo Paul Santana, da consultoria Destino China. Foto: Canva. Fonte: g1.