Apesar da perspectiva de que a China reduza suas importações de alimentos nos próximos anos, impulsionada pela busca por maior produção doméstica, o país asiático deverá continuar ampliando as compras de produtos brasileiros, segundo avaliação de Marcos Troyjo, ex-presidente do New Development Bank (NDB) e membro do Conselho de Administração da Minerva Foods. Para Troyjo, a China tende a reduzir as importações provenientes de Europa, Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia, mas deverá aumentar sua interdependência com o Brasil, especialmente no abastecimento de alimentos. A avaliação foi feita nesta quinta-feira (27), durante evento em Barretos (SP), e reforça a perspectiva de manutenção do papel estratégico do Brasil como fornecedor de alimentos para o mercado chinês. Foto: Canva. Fonte: Globo Rural.