Ondas de calor, secas e incêndios florestais já provocam impactos econômicos que vão muito além dos danos imediatos, mostra reportagem da DW. Um estudo da MIT Sloan e da UCLA estima que as mudanças climáticas elevaram em US$ 900 por ano, em média, as despesas das famílias americanas, enquanto pesquisas apontam perdas de produtividade e renda em diferentes regiões. Na agricultura, uma onda de calor ou seca que reduza a produção de milho pode encarecer a commodity e provocar efeitos em cadeia sobre pecuaristas, indústria de alimentos e consumidores. Na Austrália, secas reduziram em até US$ 10 bilhões a produtividade em partes de New South Wales, afetando colheitas, renda agrícola e custos da água. A reportagem também mostra como eventos climáticos extremos já afetam infraestrutura e comércio, como ocorreu com a baixa do rio Reno, na Alemanha. Para entender como o clima extremo está se transformando em um fator econômico para produtores, empresas e consumidores, vale conferir a reportagem completa da DW. Foto: ANeto. Fonte: DW.